No fervo da moda brasileira, o assunto que dominou redes e veículos especializados nos últimos dias foi a polêmica envolvendo as passarelas do Rio Fashion Week. Algumas marcas apresentaram looks que o público e a crítica apontaram como semelhantes demais a criações de grandes grifes internacionais.
Esse auê reabriu uma discussão que a moda tenta resolver há décadas, sem nunca chegar a uma conclusão definitiva: onde termina a referência, onde começa a inspiração e em que momento isso vira cópia?
O objetivo aqui não é transformar a internet em um tribunal instantâneo para decidir quem é culpado ou inocente. O mercado criativo real não funciona em preto e branco; ele opera em uma zona colorida, por vezes cinzenta e muito mais complexa, que revela sintomas profundos sobre o sistema criativo contemporâneo. Pega o café e vem.















