Manda pra longe quem tira a sua alegria.

Oi Pessoal, tudo bem?

Sou Rochelle Veras e, atendendo ao convite da Cris, ingresso hoje no time de colunistas no site. Nossas conversas abordarão temas relacionados ao comportamento humano e como podemos melhorar nossa vida e nosso cotidiano.

Para o post de estreia, escolhi um tema muito presente na vida de todo mundo, que independe de religião ou crença: o vampirismo emocional.

Hoje em dia, com a exposição nas redes sociais, vemos cada vez mais o comportamento das pessoas, tanto o bom – o chamado positivo – como aquele comportamento que consideramos negativo.

Existe um ponto em comum: todos buscamos a felicidade. O que nem todo mundo lembra é que, para alcançar a felicidade é necessário o equilíbrio emocional que em tempos modernos pode ser considerado difícil de ser atingido.

E aí, caímos na pergunta: sem saúde emocional, como ser feliz? Como não afastar as pessoas?

vampirismo-emocional

Todo mundo conhece ao menos uma pessoa negativa. Pense aí. Com certeza (e, infelizmente), você conhece gente que só vê as desgraças do mundo, que critica a tudo e a todos.

O padrão negativo é facílimo de ser identificado, olhe só: é, via de regra, aquela pessoa que consegue ver todos os defeitos alheios e apontá-los de forma a minar a autoestima do outro. Em contrapartida, essa pessoa não consegue se auto-avaliar, vê em si qualidades que ninguém mais possui e sempre superior a todos ao seu redor.

Já conheceu alguém assim?

Pois meu conselho de analista a você é: mantenha distância destas pessoas e de tais comportamentos.

Esses indivíduos evidenciam tanto o lado negativo das situações, seu e dos outros, que o resultado de encontros com pessoas assim traz sempre a mesma sensação: você fica sem energia porque é sugado, essas pessoas te desanimam e aquela vontade de ser uma pessoa diferente, empreendedora, cheia de si é retirada, pois tais comportamentos trazem peso para sua vida.

Bem, você pode pensar “Rochelle, ok, mas não posso exterminar pessoas no meu dia-a-dia. Como fazer?”

Analise friamente a pessoa e reavalie o quanto ela é, realmente, essencial em sua vida.

Ela efetivamente lhe faz bem? É uma boa companhia? Dificilmente será…

Dê um chega pra lá, assuma as rédeas de sua vida, seja corajoso e pare com essa convivência que só lhe faz mal.

Se for impossível tirar essa pessoa da sua vida, comece por uma parte silenciosa e que ninguém vê: o seu interior e o peso que você dá ao que esta pessoa disser.

A partir do momento em que você simplesmente deixá-la falar mas não absorver o que lhe diz, a mágica se faz.

Pode ser alguém dentro da sua casa, um chefe ou colega de trabalho, pode ser alguém de quem você não consiga um afastamento simples. Não tem problema. O padrão é dela, não seu. A responsabilidade de absorver o que esta pessoa te diz, sim, é sua. E é com essa responsabilidade que você lidará. Ouça, mas não interiorize. Não permita que esta pessoa leve a sua energia, não entre no jogo dela. Fique atento e os resultados começarão a aparecer rapidamente.

Mas, há uma situação a ser considerada nisso tudo e, dela, não podemos escapar. E se formos nós esse vampiro emocional? A gente consegue se afastar de uma má companhia, consegue até trocar de área na empresa ou de empresa mesmo! Mas, e quando a coisa toda é de nós para nós mesmos?

É necessário vigiarmos nosso comportamento, pois todos podemos ser, em algum momento, sugadores de energia ao desenvolvermos sentimentos negativos e não “trabalharmos” para que estes sentimentos sejam substituídos ou elaborados de forma saudável.

Os sentimentos negativos são normais no ser humano, mas a forma como lidamos com eles é que nos diferencia de todas as outras pessoas.

Viu a foto de uma amiga na rede social e bateu aquela inveja instantânea? Sem vergonha, pense melhor e avalie o porquê. O que foi que despertou em você a inveja de alguém que você gosta tanto? Bate a inveja, em seguida, bate aquela vergonha e a torcida para que ninguém em volta tenha percebido, certo?

Esteja alerta, sempre. Pense em uma forma de poder transmutar este sentimento de forma positiva para que busque aquilo que quer, sem afetar o próximo com tamanha carga negativa. O exercício é permanente porque nossa evolução é permanente, mas, a partir do momento em que despertamos a atenção, a cada dia que passar, será mais fácil perceber, corrigir e melhorar.

Até a próxima!

Rochelle Aweida Veras é psicanalista e colunista do site Cris Cardoso. Para falar com ela, escreva para rochelleveras@gmail.com | (11) 94885-7006

Receita de pasta de atum com iogurte
Receita: ninho de abobrinha com molho ao sugo e mignon

Comentários

comments

COMPARTILHE
Artigo anteriorMeu look: chemisier de listras
Próximo artigoDress Code Corporativo – Parte 1
Cris Cardoso
A Cris é pequenininha, mas adora conversar e escreve de montão. Para falar com ela, comente aqui no post ou mande email pro contato@criscardoso.com porque ela jura que sua mensagem não vai cair no limbo dos emails perdidos!

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here