No Brasil, tudo começou com Thomas Rittscher, primeiro surfista brasileiro e também o pioneiro na construção de uma prancha de surfe em solo brasuca. Isso aconteceu na década de 30. De lá pra cá, as modalidades que aliam água e equilíbrio cresceram em quantidade e em adeptos. É o caso do SUP (ou Stand Up Paddle), esporte similar ao surfe e que tem conquistado muitos praticantes de várias faixas etárias, por todo o país.

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Para praticar o SUP você precisa de uma prancha específica, remo e vontade. A escolha da prancha depende do objetivo e do nível do praticante e vale lembrar que, assim como qualquer outro esporte, é fundamental o acompanhamento de um profissional apto a ensinar a técnica e, acima de tudo, que você saiba nadar.
Para quem quiser começar a praticar o SUP por hobbie, boa noticia: ele exige menos domínio técnico do que o surfe, mas promove resultados incontestáveis de equilíbrio e reforço muscular de toda a estrutura corporal, fundamentalmente de braços, tornozelos, joelhos e abdômen.
O Brasil recebeu tão bem o esporte que, em abril de 2013, o segmento Stand Up que fazia parte na Revista Fluir ganhou publicação própria. Para conversar conosco sobre o SUP, o site entrevistou Luciano Meneghello, (editor da Revista Fluir Stand Up e do site SUPClub) e alguns atletas do esporte, entre eles, Guto Camargo.

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A manobra de Luciano Meneghello

Cris Cardoso entrevista Luciano Meneghello

Quais são as modalidades de SUP praticadas no Brasil? E o que difere umas das outras?
As mais comuns são as remadas de stand up paddle e a pratica do surfe de stand up paddle, conhecida como “SUP Wave”. Mas existem outras vertentes que começam a ser exploradas por aqui, como o “SUP Yoga”, que se consiste na execução de movimentos de yoga sobre a prancha, “SUP rafting”, que é o ato de descer corredeiras de rios com um stand up paddle e o “SUP Pólo”, que é uma disputa de pólo aquático em que os times são formados por remadores que usam os remos para tocar a bola. O SUP é um esporte muito versátil e a toda hora surgem novas propostas de diversão com a prancha e remos.

Quando o SUP começou no Brasil?
O esporte começou por aqui por volta de 2005, trazido por brasileiros que visitavam o Havaí. Alguns trouxeram pranchas e outros fizeram os primeiros SUP`s baseados no que ouviam do pessoal que visita as ilhas.

  1. Vocês têm estatística de crescimento do esporte, aqui? Aumento de escolas, número de atletas?
    De acordo com a CBSUP (Confederação Brasileira de SUP) o Brasil tem hoje cerca de 20 mil praticantes.

Quem quiser se profissionalizar no esporte, o que deve fazer e como?
Existem dois caminhos: um é participar de competições, conquistar bons resultados e manter uma regularidade de pódios. E o outro é produzir conteúdo, ou seja, fazer viagens, expedições, criar um conceito e divulgar seu projeto da melhor maneira possível por mídias sociais, sites e veículos mais tradicionais como revistas, etc.

Luciano, por que o SUP se propagou por aqui tão rápido?
A resposta é simples. O SUP é um esporte de rápida aprendizagem e que proporciona um bem estar incrível. Mas é importante que o iniciante procure um professor ou, caso tenha, um amigo experiente para lhe ensinar os fundamentos do esporte e os cuidados que se deve tomar ao praticá-lo. Pois como toda a atividade “outdoor”, exige noções básicas de elementos da natureza, como correntes, ventos, ondas, etc.

Quem são os principais atletas do esporte, aqui, no Brasil?
O Brasil já conta com um campeão mundial, que é o santista Leco Salazar, campeão mundial da modalidade SUP Wave. Outros nomes de destaque nessa vertente são os Irmãos Caio e Ian Vaz, Renato Wanderley e Carlos Bahia. Mas temos grandes atletas também nas corridas de SUP, conhecidas como SUP race, cujo circuito brasileiro está em seu terceiro ano. Luiz Carlos Guida, o “Animal” e Babi Brazil, são bi-campeões brasileiros, além deles, Alessandro Matero, Vinnicius Martins, Paulo dos Reis, Marinho Cavaco e Ariela Pinto, estão entre os principais nomes da modalidade.

A palavra de quem começou por hobbie e se tornou grande no que faz

Guto Camargo é um atleta que começou a prática do SUP em 2008 e já coleciona pódiuns na modalidade. Por dois anos, praticou as modalidades ‘surf’ e ‘race’ com uma prancha híbrida (boa para o surf e para remadas de pequenas distâncias), tamanho 9’6”, ideal para o início nesta prática esportiva. Remou pequenas distâncias de até 10 km. “Inicialmente, participei de competições regionais pequenas que serviam de trampolim para quem almejava competir em grandes eventos”, conta.

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Atualmente, os maiores campeonatos nacionais e internacionais contam com categorias que podemos chamar de “inclusivas”, criadas para iniciantes que pretendem colocar seus treinos a testes nas competições. Recentemente, na 1ª etapa do campeonato brasileiro de 2013 que aconteceu em ilha bela, minha equipe Ubatuba SUP levou um atleta de 78 para competir. Com o passar do tempo, fui me interessando por competições de SUP race (corrida de SUP com percursos variados entre bóias) e em meados de 2011 adquiri uma prancha específica para competições race de longas distâncias que variam entre 10 e 20 quilômetros.

As primeiras conquistas

No início de 2012, sem nenhuma pretensão de vitória, participei da primeira etapa do campeonato brasileiro de SUP race, na categoria Master e para minha surpresa consegui uma boa colocação, ficando em 7º lugar. A partir daí, participei de todas as etapas do campeonato brasileiro de 2012, conquistando na etapa de Brasília o 3º lugar, finalizando o ano em 5º no ranking brasileiro. No maior circuito de SUP Race nacional, conhecido como Aloha Spirit, conquistei um 2º lugar na etapa de Arraial do Cabo e finalizei na mesma colocação no final do circuito de 2012 que teve a última etapa em Florianópolis.

O circuito paulista 2012 contou com apenas uma etapa e fiquei em 1º lugar. Também conquistei uma vitória expressiva na prova SUP Race Downwind (competidores remam em percurso retilíneo, a favor da ondulação e vento) que aconteceu em Fortaleza/CE. Esta prova teve o percurso de 30 quilômetros e conquistei o 1º lugar do podium.

No mesmo ano, junto com um grupo selecionado, fiz a travessia em volta da Ilha Bela (SP), organizada pelo Big Rider (surfista de ondas grandes) conhecido como Alemão de Maresias. A travessia foi feita em 03 etapas de 30 quilômetros cada uma, totalizando 100 quilômetros de remada, em condições extremas de dificuldade e periculosidade.

O SUP é um dos esportes que mais cresce no mundo e pode ser praticado em todos os locais que possuam água em uma quantidade suficiente para proporcionar um deslocamento do praticante. Como o praticante precisa ficar em pé durante a prática, o abdômen e as pernas permanecem sempre contraídos para a manutenção do equilíbrio, além de fortalecer todo o corpo. Atletas de outras modalidades esportivas, como por exemplo o triatlo, têm utilizado o SUP como treino de fortalecimento e relaxamento mental, eis que pela posição privilegiada (de pé), a sensação de interação com a natureza é total. Preferencialmente o SUP deve ser praticado em locais com pouca incidência de ventos, correntezas e ondulações até que o praticante atinja um nível técnico elevado.
Sou advogado militante em Ubatuba, hoteleiro, vice presidente da OAB local, assessor da presidência do Tribunal de Ética e Disciplina de São José dos Campos, coordenador da Comissão de Ética e Disciplina da OAB de Ubatuba, pai de 2 filhos, marido e mesmo assim não deixo de praticar pelo menos 4 vezes por semana o SUP que é um esporte apaixonante e muito gratificante pela satisfação e pelos benefícios físicos e mentais que proporciona à todos envolvidos. Os praticantes que pretendem evoluir no esporte devem participar do maior número de competições possível. Além de elevar o nível técnico as provas proporcionam o encontro entre atletas da família SUP que não para de crescer e é composta por integrantes de todo o mundo.

Enquanto a turma profissional faz bonito mundo a fora, a gente também conversou com uma galera muito boa que se dedica pra valer no aprendizado. Quem sabe não é hora de você também arriscar suas remadas?

Quem mais adotou o SUP como estilo de vida

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Em quanto tempo começou a sentir mais segurança na prática | Quais foram as maiores dificuldades no início

Me encontrei com facilidade no esporte e atribuo isto ao fato de já remar de canoa havaiana há bastante tempo. O SUP se tornou um importante complemento para o meu esporte. Algumas adaptações foram naturais no início. Quando fiz minhas primeiras remadas longas de SUP, eu ficava cansada de ficar horas em pé, e
achava que não ia me adaptar… Outras pequenas dificuldades como encontrar o equilíbrio e a estabilidade na prancha que escolhi (SUP race) foram alguns desafios para me aprimorar no esporte.

Passei a me sentir à vontade em cima de um SUP bem rápido, em alguns meses. Mas atribuo grande parte da evolução que tive aos treinos em águas abrigadas.
Treino habitualmente na Praia de Itaipu, mas as remadas na Praia de Charitas ou na Lagoa de Itaipu são fundamentais para aprimorar a técnica da remada em cima
de uma prancha.

Modalidade preferida

O que mais gosto são as remadas longas, por isso a SUP race é a minha preferida. Meu namorado diz que quando eu começar a surfar de stand up vou me apaixonar por esta modalidade também. Não tenho dúvidas, mas ainda não experimentei!

Locais para treino
O local onde mais gosto de remar no meu dia a dia é a Praia de Itaipu ou de Itacoatiara. Mas gosto muito ambém das águas calmas da Praia de Charitas para aprimorar a técnica da remada.

Competições
Já participei de algumas competições pequenas de stand up, como a SUP Clash, na Praia de Ipanema, em que fiquei em segundo lugar e outras provas com perfil mais recreativo. Na semana passada participei de uma prova em Niterói, a NITERÓI SUP CUP, e conquistei um troféu de primeira colocada. Mas ainda não participei
de etapas de campeonatos de âmbito estadual e brasileiro da modalidade, que estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil e que reúnem remadoras fortes de vários lugares.
Na sua opinião, quais são as condições (de mar) que impedem ou prejudicam a prática?
Sem dúvidas, quando o mar fica muito balançado ou com muito vento, isto se torna um fator limitante para os treinos. Mas acredito que não existem condições que venham a prejudicar substancialmente a prática do SUP. Costumo dizer que o mar não é igual uma academia, que apresenta sempre as mesmas condições de treinamento para o atleta.Existem, sim, condições diversas que podem servir para treinos específicos dependendo do foco do remador. Se o remador quer treinar para um desafio – uma travessia de longa distância, por exemplo – é importante treinas em diferentes condições de mar para poder saber como se comportar nas adversidades. Ondas, vento, chuva, sol forte… tudo isto pode ser bom ou ruim, dependendo do que se busca quando se vai para a água. No mar, devemos estar preparados para mudanças bruscas (e às vezes  inesperadas) da direção do vento para saber aproveitar isto a nosso favor, por exemplo.

Você acha que o SUP é um esporte para todas as faixas etárias?
O SUP é um esporte aquático muito democrático: qualquer um pode praticar. Diferente do surfe, por exemplo, que requer uma certa habilidade para o praticante ficar em pé em uma prancha e descer na parede da onda. Se praticado em águas abrigadas, qualquer pessoa pode ficar em pé em um SUP e remar, basta ter o remo adaptado para sua altura. Mas considero importante salientar que, apesar de ser uma modalidade fácil e democrática, e muito importante que seja praticada com responsabilidade. O verdadeiro remador deve saber avaliar as condições do mar e do vento antes de entrar na água.

Hora do recado para os leitores do Site da Cris 😉
Convido os leitores a visitarem meu blog, onde divido algumas histórias de remadas de canoa havaiana e SUP: http://voudecanoa.blogspot.com.br/. Para quem quiser praticar canoagem, deixo os contatos da Itaipu Surf Hoe, minha escola de canoa e SUP que fundei com meu namorado, em Itaipu/ Niterói (RJ). Damos aulas de iniciação em SUP por R$70,00/1h30min de aula para grupos de até 3 pessoas. O agendamento deve ser feito com antecedência por mensagem inbox na nossa fan page no Facebook!

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Maiores dificuldades no início

Como meu objetivo era surfar, o mais difícil foi a adaptação a uma prancha estreita 28′ de largura. Os SUPs utilizados pra mero lazer possuem entre 30′ e 36′ de largura.

Antes do SUP, você já praticava algum esporte como o surf, por exemplo?

Sim, Surf, Skate e WindSurf.

Em quanto tempo começou a sentir mais segurança na prática

Foi imediato porque já velejava e surfava. Além do mais, é um esporte que permite a integração da família. Para dar um exemplo, minha filha de 10 anos me
acompanha sempre que está comigo.

Das modalidades, qual a sua preferida?
O SUPsurf, em ondas, sem dúvida é o mais adrenante.

Locais para treino

Quando estou com minha filha, praia da Ferradura (Búzios) e Praia de Itaipú (Niterói). Quando estou sozinho ou com amigos, praia da Macumba pelas condições do mar, com boas ondulações, quase sempre propícias à prática do SUP.

Já participou de alguma competição?

Nas duas competições que participaria, algumas fraturas na escápula decorrentes de um acidente me deixaram de fora. Mas meu objetivo não são as competições e sim a paz e a serenidade que sinto ao estar dentro d’água, em contato com a natureza. Ali tenha meu momento de perfeita comunhão com Deus!

Na sua opinião, quais são as condições que impedem ou prejudicam a prática?

Sem dúvida alguma, o mar mexido e ventos acima de 12 knots.. Isso atrapalha o desempenho e inviabiliza a prática do esporte com a segurança necessária.

Você acha que o SUP é um esporte para todas as faixas etárias?

Sem dúvida alguma ! A idade de todo e qualquer praticante está na cabeça! Claro que devemos levar em consideração algumas condições básicas, tais como: saber nadar e estar apto a prática de atividades esportivas.

Hora do recado para os leitores do Site da Cris 😉

Pratiquem esportes ! Encontrem o que melhor se identificam e pratiquem, pratiquem muito! Aos que têm filho(s), incentivem seu(s) filho(s), certamente crianças que crescem com bons exemplos de pais esportistas, levam uma vida muito mais saudável, com alimentação mais saudável, tem maior resistência física, estão menos propensos aos maus hábitos e envolvimento com as drogas.

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Antes do SUP, você já praticava algum esporte como o surf, por exemplo?

Não.Praticava outros esportes,não ligados ao surf. Fazia provas de duatlons-corrida e natação + academia para fortalecimento muscular.Aliás,faço isso há 20anos.

Em quanto tempo começou a sentir mais segurança na prática

Comecei a praticar em setembro de 2010, exatamente no feriado da Independência. Comecei na Lagoa do Iriri,aqui em minha cidade. No mesmo dia, fiquei em pé e não caia mais. No dia seguinte, fui para a praia. Um mar manso, porém, com algumas ondulações. Depois de um mês de prática, inclusive à noite, saia do trabalho e ia para a praia. Ganhei confiança e fui para uma praia de ondas maiores.Foi ali que senti que estava preparado.

Das modalidades, qual a sua preferida?

Gosto da travessia.Porém,em um mar bom,surfar está sendo uma terapia.

Locais para treino

Costa Azul, em Rio das Ostras para remar e Geribá, em Búzios para surfar.

Na sua opinião, quais são as condições que impedem ou prejudicam a prática?

O vento é algo que atrapalha bastante.Quando o mar está “marolado”,prefiro nadar.

Você acha que o SUP é um esporte para todas as faixas etárias?

É feito para todos.O único pré-requisito é saber nadar. Meu filho de 10 anos pratica. Meu sogro de 60 anos também. Para mim, o SUP é a possibilidade de ter contatos com áreas que jamais imaginaria estar:  ilhas, lugares poucos visitados e águas cristalinas. Me proporciona uma outra perspectiva. Saio da areia e, do  horizonte, vejo as cidades por outro ângulo.Isso é fantástico.

Hora do recado para os leitores do Site da Cris 😉

Quando vierem a Rio das Ostras, venham praticar um SUP divertido comigo e minha família.

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Maiores dificuldades no início

A primeira dificuldade é se adaptar a prancha em conjunto com o remo e manter o equilíbrio. Mas a adaptação é bem rápida.

Antes do SUP, você já praticava algum esporte como o surf, por exemplo?

Sim, ainda pratico outros esportes, adoro correr e faço Karatê mas o surf foi de grande valia para a prática do stand up. Hoje, como diversão, também pratico uma modalidade chamada SUP Surf.

Em quanto tempo começou a sentir mais segurança na prática
No final do primeiro dia de prática você já fica mais solto e mais relaxado na prancha. Mas segurança mesmo, inclusive para fazer algumas travessias afastado da costa, foram uns 3 dias.

Das modalidades, qual a sua preferida?
Adoro o SUP Surf, mas a categoria que prefiro e me dedico é a Race. Hoje estou me preparando para uma competição chamada W2downwind, que é uma prova de Race de 30km no mar.

Locais para treino
O mar. Rios e lagos não me agradam tanto. Gosto muito de treinar na praia de Itaipu, que fica em Niterói e na praia de Perequê Açu, em Ubatuba.

Já participou de alguma competição?
Recentemente, participei da prova de 6km, na semana náutica do Rio Boat Show, que aconteceu na Baía de Guanabara. Como estava fazendo um trabalho de preparação diferenciado visando melhorar condicionamento e resistência, não vinha competindo nas provas de velocidade. Meu planejamento visa participar das provas de velocidade apenas no segundo semestre e a primeira delas é uma etapa do brasileiro de Race que será realizada em Cabo Frio, no Rio de Janeiro.

Na sua opinião, quais são as condições que impedem ou prejudicam a prática?
É um desafio ficar de pé num mar agitado. Principalmente se a praia não é abrigada e as ondas e correntes marítimas são mais fortes. Mas não só a condição de mar atrapalha. O vento forte também pode atrapalhar bastante o equilíbrio e consequentemente a diversão.

Você acha que o SUP é um esporte para todas as faixas etárias?
Com certeza. Temos vários exemplos de crianças e pessoas da melhor idade que praticam a atividade. E não só relacionado a idade. Pessoas com alguma necessidade especial também pode participar. Tenho amigos cadeirantes que praticam. Remam sentados ou ajoelhados e se divertem bastante.

Hora do recado para os leitores do Site da Cris 😉
Pratiquem. A sensação de estar na prancha, de pé, e de interagir com a na natureza, principalmente no mar, é única. Para aqueles que nunca remaram, recomendo que procurem um instrutor. O SUP é um esporte completo e movimenta o corpo todo. Se não remar com a técnica correta, irá sobrecarregar a coluna. E isso poderá
trazer desconforto, dores ou até mesmo uma lesão. Na escolha da prancha, tenha em mente qual objetivo quer com o esporte. Existem várias modalidades e diferentes tipos de pranchas. Pesquisem, escolham o modelo ideal e divirtam-se!!!

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Maiores dificuldades no início

No início, a maior dificuldade foi achar o ponto de equilíbrio, ficar em pé em cima de uma prancha não é tão fácil assim.

Em quanto tempo começou a sentir mais segurança na prática

Por já praticar esporte aquático, tive bastante facilidade e já nas primeiras remadas me adaptei ao novo estivo de prancha.

Das modalidades, qual a sua preferida?
Agora é difícil responder! O surfe é bem mais radical, o oposto do stand up. Mesmo sendo esporte individual, a prática do stand up na modalidade travessia (que consiste em remar por longas distâncias) é uma mistura de exercício com terapia, pois são você, sua prancha e a natureza. Mas também existe a prática do stand up em ondas, que é muito radical também.

Locais para treino
Adoro praticar em Itaipu pq o mar e bem calmo com poucas ondulações isso facilita a prática, e também treino nas praias de Icaraí e Ingá, todas em Niterói.

Já participou de alguma competição?
Ainda não pratiquei nenhuma competição de stand up, mas estou treinando pra isso.

Na sua opinião, quais são as condições que impedem ou prejudicam a prática?
Se o mar estiver batendo, o iniciante encontra mais dificuldade para praticar, mar muito mexido e com ventos fortes também não é recomendável.

Você acha que o SUP é um esporte para todas as faixas etárias?
O Stand up e um esporte para todas as idades, basta ter vontade e disposição.

 

Entre Coelhadas e Beijos
Na remada do Stand Up Paddle

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Cris Cardoso
A Cris é pequenininha, mas adora conversar e escreve de montão. Para falar com ela, comente aqui no post ou mande email pro contato@criscardoso.com porque ela jura que sua mensagem não vai cair no limbo dos emails perdidos!

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