Sempre que lia as colegas de internê dizendo que a gente tem que usar tudo que ama sem esperar A ocasião, O convite etc. achava lindo, fazia sinal de ‘sim, super concordo’ com a cabeça mas só ontem me dei conta de que a pessoa aqui, mesmo, não fazia bem o que pregava.

Quem me acompanha no instagram e no facetruque (/sitedacris, segue aí!) e está inscrito no canal do Youtube (se inscreve aqui também e ajuda a amiga!) já sabe que fiz um DIY completinho sobre as meias bordadas de paetê.

As primeiras que vi (desde a década de 80) foram no HVAO, da Aninha Soares, e ali já comecei a sentir um comichão daqueles por pegar meus paetês, agulha e linha e sair abrilhantando as meias de casa. Mas, os pares que tenho e que seriam merecedores do trabalho de bordar não estão lá essas coisas e essa meia precisa de cano de médio para longo.

Resultado: me lancei na 25 de março, junto com um milhão de outros amigos, num sábado chuvoso pra caramba.

Já tenho os registros das duas técnicas e amanhã e sexta subo aqui para vocês. Enquanto isso, quero mostrar o resultado do par preto que inaugurei hoje com um tênis descolado que comprei em Niterói, no final do ano passado.

O vestido não é novidade, já apareceu aqui um monte de vezes. O dia não estava super frio e consegui fazer uma gracinha com um casaquinho  da Zara por cima.

Fiquei muito satisfeita com o resultado geral, mas, Galera: a alegria maior de todas é usar uma peça feita por mim, que ganhou olhares das pessoas e vários elogios…

Claro que essa meia merece um super salto, um coturno daqueles poderosos, mas fiz questão de registrar a verdade para vocês porque, desde o acidente, não ando com muita resistência para salto o dia todo. Esta é a verdade: vim de tênis.

Espero que inspire vocês aí.

Beijos

DIY: Meia bordada de paetê (paetê a metro, com elastano) | tutorial sitecriscardoso | vídeo
A calça metalizada (e dourada) foi trabalhar comigo

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