É um fato: itens de modinha não deveriam ser caros. Se temos de usar o dindim, que seja em peças atemporais. As que vem e vão com a estação podem ser adquiridas em lojas mais acessíveis para não ter chororô depois. É o caso das camisetas.
É vero que a febre de t-shirts no Brasil a fora ganhou um super impulso com a Debora, de Avenida Brasil. Estão à venda em modelos diversos: a podrinha (semi-destruída) cortada e usada com ombro de fora e curtinha deixando o top rendado à mostra (by the way, os tops que a personagem da Nathalia Dill usam são da Espaço Fashion), as que parecem podrinhas mas são apenas costuradas com avesso aparente, as com estampas, frases e aplicações.
O nome também foi repaginado: camiseta virou t-shirt (a velha mania de chamar tudo pelo nome em inglês, sabe Deus pra quê, meu povo) que... virou ‘tee’ no vocabulário fashionista. O fato é que o revival das camisetas/t-shirts/tee (!) tem vantagem: as marcas mais populares estão deitando e rolando na variedade, e nosso bolso agradece.
Passamos em 2 grandes redes semana passada, Marisa e Renner, para clicar alguns dos modelos com mais saída para vocês verem e decidirem: quem vence na batalha das t-shirts? Hein hein hein? Nosso voto, no final:


Preço médio de ambas as marcas: 30,00 (variaram entre 25 e 40)
Por preço, material e variedade, nosso voto foi para a seleção da Renner. Achamos a coleção mais bonita com mais pegada fashion.
A dourada, da Marisa (a última, ao lado direito), é linda no cabide, mas não funcionou no corpo. A Cris veste P e, mesmo assim, quase não conseguiu vesti-la. "O moleton é razoavelmente duro, muito estruturado e não me abraçou, sabe? Ficou parecendo armado, não me favoreceu". Uma pena.
Agora, 2 destaques: o 1º é da Marisa. Amei a estampa:

E o 2º é o efeito da Renner: tule tingido em sobreposição ao algodão silkado! Amamos!

No geral, essas camisetas estão em modelagem mais estreita. Prove tudo antes de levar para o caixa, hein. #conselho


